Brincando em preto e branco

Nunca trabalhei em preto e branco. Bom, até aí não tem grande novidade. Um fotógrafo iniciante vai ter um monte de “nuncas”. Nunca tabalhei em estúdio, nunca fiz ensaio de moda, pauta de polícia (esse é grave), de golf (essa nem tanto), de culinária…

Ok, mas tem explicação. Por que diabos um tecnófilo iria se aventurar em uma linguagem “das antiga” dentro da fotografia? Por que um cara que satura afu tudo que é foto no photoshop só pra ver tudo colorido vai trabalhar em preto e branco? Por obrigação, óbvio. Eu me obriguei.

Estou fazendo o curso de Construção de Repertório em Fotografia, coordenado pela fotógrafa Jacqueline Joner, e, lá, foi proposto na primeira aula que os alunos fizessem um trabalho com o olhar inspirado em algum fotógrafo importante. Escolhi o Robert Doisneau, daí veio a opção pelo preto e branco.

A verdade é que, na minha modesta opinião, o trabalho falhou enormemente. Em 15 minutos, eu já tinha esquecido que estava tentanto capturar flagrantes do cotidiano de Porto Alegre e tava dando pé na porta de todas as bancas do Mercado Público ou para fazer retratos, ou para arranjar uma foto que justificasse toda aquela saída.

O resultado ta aí em cima e no Flickr.

P.s. (inútil) – As bancas do Mercado Público de Porto Alegre não têm portas.

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~ por vrcarvalho em Abril 5, 2009.

Uma resposta to “Brincando em preto e branco”

  1. não sei se já elogiei, mas ficaram ótimas as fotos!

    abraço

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